Athos Costa


Com 9 anos começou a ter aulas de bateria. Nos anos 70 estudou  no CLAM com Rubens Barsotti e o saudoso João Luiz Arriza, o Chumbinho.
Nos anos 80 estudou na Berklee College Of Music. Nos anos 90 com o Mestre ZEN, Zé Eduardo Nazário.
Começou sua  vida profissional no final dos anos 70, tocando nos bares da cidade de São Paulo.

 Gravou jingles, trilhas, cinema e LPs, como: “Flerte Fatal” de Rita Lee, “Mississipi Saxophone” do músico norte americano Bruce Ewan, e o filme "Dezesseis, Zero, Sessenta" (Sixteen-Oh-Sixty) de Vinícius Mainardi.

Na década de 80 participou do movimento de rock paulista. Foi artista contratado de 3 gravadoras multinacionais.
Com a banda Tan-Tan Club lançou discos pela Barclay e CBS (hoje Sony BMG-Ariola). Com a banda ZERØ gravou o disco “Passos no Escuro” pela EMI-ODEON que  rendeu um disco de ouro.

Nos anos 90, no auge da febre das bandas covers, tocou  em algumas bandas de destaque como: Rock Memory e Pink Floyd Cover.
Participou do André Cristovam Trio, que ajudou a abrir muitas portas do então crescente mercado de blues brasileiro.

Na virada do século parou de tocar bateria. Depois de mais de 20 anos como profissional, não tinha mais nenhum prazer em tocar. Foi uma pena isso ter acontecido, mas foi muito bom, pois pode avaliar  a importância da música em sua vida.
De volta aos tambores, continua fazendo o mesmo que antes, tocando sempre que possível.
Sua banda atual a Plexiheads, com Luiz Sacoman, Fred Berlowits e Norton Lagoa vai lançar seu primeiro CD em 2012.
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